terça-feira, 27 de maio de 2008

Citação

Terra Brasilis

brasil-ilustra.jpgbrasil-ilustra.jpgbrasil-ilustra.jpgbrasil-ilustra.jpg

Sobre a eterna questão da identidade da moda brasileira, que teima em aparecer sempre que se fala em internacionalização, o jornalista Daniel Piza, do Estado de São Paulo, publicou em seu blog um texto interessante, que reproduzo aqui:

“O caso da moda brasileira merece análises que ainda não foram realmente feitas, por ilustrar como a obsessão brasileira por “identidade” termina sendo a maior inimiga dessa mesma “identidade”. Nos últimos 10 ou 15 anos, a moda brasileira teve um surto criativo que lançou estilistas, eventos e negócios; acima de tudo, lançou um oba-oba, uma crença em muitos aspectos irrealista a respeito de seu alcance. E aí os tombos vêm. O mais recente foi a criação de uma corporação, chamada Identidade Moda, que anunciou compra e fusão de marcas importantes, foi considerada como um salto no “business” e, aparentemente, não tinha capital para tanto, o que levou criadores como Alexandre Herchcovitch a saírem dela.

O curioso é que Herchcovitch sempre teve a lucidez de não cair no conto de fadas da identidade brasileira, dizendo que fazia seu trabalho de acordo com seus critérios e suas inquietações. Isso que chamam de identidade não passa de um rótulo, de um estigma e, como todo estigma, só acaba aprisionando o estilo. Participei na terça de um seminário sobre o assunto, Fashion Marketing, promovido por Gloria Kalil, e transmiti a Ermenegildo Zegna uma pergunta da platéia sobre o que distingue (ou “diferencia”, como se diz atualmente) uma tal “Marca Brasil” aos olhos do mercado internacional. Ele disse que não existe isso: existem marcas, não uma Marca; o criador tem de buscar seu mercado em função da qualidade do que faz. Sobre a concorrência dos chineses na indústria têxtil, foi claro: façam o que eles não sabem fazer.

Essa ansiedade de definir o brasileiro, já apontei, é um essencialismo que não leva a lugar nenhum. Sim, o Brasil tem uma imagem de país hospitaleiro, caloroso e informal, mas por que um criador precisa seguir essa fórmula? Não será isso que impede que a moda brasileira raramente seja vista como algo além de biquínis e sandálias? Eis a questão. O caso serve de ilustração para outras áreas criativas. Eu mesmo testemunhei o que seria um boom das artes plásticas brasileiras no exterior. Colonizadamente, a imprensa local passou a divulgar o fato – baseado em algumas matérias publicadas no exterior – como se o “Primeiro Mundo” estivesse de joelhos diante da liberdade tupi. Hoje, mais de 12 anos depois, afora dois ou três nomes como Vik Muniz e Beatriz Milhazes, a arte brasileira continua desconhecida, ou conhecida pelo que nem é seu melhor… Os rótulos sempre acabam rotos.”


Belo texto!

Inventando Moda

Já pensou em customizar o seu microondas?



O estilista Ronaldo Fraga, um dos mais aguardados do SPFW, junto com uma equipe de designers da Brastemp acaba de lançar desivos exclusivos para microondas.

Foram desenvolvidos duas estampas diferentes para uma edição limitada de Dia das Mães.

Quem gostar da idéia de customizar o microondas, a marca promete comercializar uma nova edição com mais cinco opções, ainda sem data para chegar nas lojas.

Onde encontrar?
Até o dia 31 de maio
Fast Shop ou no site da Brastemp [www.brastemp.com.br]

Nosso Meio Ambiente

A indústria da moda e o meio ambiente



O mundo da moda, desde que o São Paulo Fashion Week despertou a importância dos cuidados com o meio ambiente, não se fala mais em outra coisa.

Não é a toa, já que no mundo fashion nem tudo é glamour. Para que tudo saia lindo nos desfiles e principalmente, para que as roupas se tornem acessíveis ao público, tem um árduo trabalho por trás, que se não for bem feito, pode e muito contribuir para o aquecimento global.

“Como uso muito papel no meu trabalho, passei a evitar ao máximo imprimir coisas desnecessárias. Uso e abuso de pen drives e emails para enviar layouts para os clientes. Uso sempre os dois lados da folha de papel e procuro sempre papel reciclado. As sobras separo para reciclagem (jornais principalmente)”, diz a estilista Thais Losso.

Os estilistas podem optar também por tecidos tecnológicos e que não agridam o meio ambiente. A indústria têxtil tem que repensar saídas menos prejudiciais e poluentes tanto nos resíduos maléficos que produzem durante, quanto ao conteúdo produzido.

É claro que nem sempre a tecnologia acompanha a necessidade de manter as produções com danos zero ao meio ambiente, mas existem saídas para vários casos. O evento São Paulo Fashion Week é inteiro montado na idéia no carbono neutro.

A semana de moda paulistana gera lixo, tráfego de pessoas, automóveis, mas eles têm uma iniciativa para neutralizar os detritos poluentes do evento.

Existe uma ONG, a MaxAmbiental, que calcula a emissão de carbono no ambiente e fica responsável por plantar o número de árvores necessárias zerar a poluição recorrente, além das iniciativas de conscientização da sociedade. Aliás qualquer pessoa pode entrar no site e calcular a sua emissão pessoal e entrar em contato com a ONG.

Pelo problema próximo e real do meio ambiente que nós fomos atrás dos fashionistas para saber o que eles andam fazendo em prol do meio ambiente depois de tanta campanha dos eventos de moda.

Tecido Inovador

Tecido repelente de insetos



A grife de roupas italiana Annapurna está desenvolvendo uma substância que permite aos tecidos atuarem como repelentes de mosquitos. O novo material deverá ser usado em uma linha completa de roupas para jogadores de golfe, uma das categorias esportivas que mais sofre com os insetos.

Em parceria com a empresa italiana Tecnotessile, especializada em pesquisas tecnológicas aplicadas a fibras têxteis, a Annapurna criou uma fórmula inodora e atóxica para roupas que têm contato direto com a pele. Aplicada ao cashmere, deu origem a uma malha com propriedades repelentes.

A grife garante que, graças a um processo de manipulação molecular, o tecido mantém suas propriedades mesmo após diversas lavagens. (ANSA)

Glória Kalil - Seminário de Moda

Gloria Kalil fala sobre moda, vaidade e conforto

Na noite de terça-feira, Gloria Kalil esteve no seminário "Um olhar sobre a vaidade" desenvolvido pela revista Seleções para fazer o paralelo entre conforto, vaidade e moda.

No mesmo evento compareceram nomes de peso como Mirian Goldenberg (antropóloga), Márcia Tiburi (filósofa), Fernando Torquartto (cabelereiro e maquiador), Lígia Kogos (dermatologista) e Lucila Diniz (empresária).

A vaidade pode ser considerada um instrumento para a moda, mas esta por sua vez não vive sem conforto. Mas seria o conforto, uma vaidade? Apesar de que a vaidade - convenhamos - anda na moda. Confuso?

Gloria Kalil esclarece:

“Vivemos no tempo em que a imagem tem um peso muito grande, o que leva a valorização em excesso das celebridades, grandes exemplos de narcisismo, e... Vaidade.”

Celebridade em voga, vaidade na moda.

“A vaidade tem transformado o conceito de estilo em algo tão interessante quanto o conceito de moda. A moda é a oferta, mas o estilo, a escolha individual.”

E nada tão vaidoso como a individualidade. Hoje as pessoas procuram unidade na hora de vestir ao invés de seguir tendências à risca. É a unidade/vaidade fazendo moda para criar o seu próprio estilo.

Mas e o conforto? “O conforto é questão de adequação. Os dias de hoje estão marcados pela informalidade, o que torna o conforto subjetivo”, opina Gloria, ícone de elegância, moda e etiqueta.”

Por exemplo, você pode estar em uma festa com dress code (moda) nem tão à vontade assim, mas se estiver adequado vai se sentir mais confortável do que se estiver numa festa usando pijamas.

Gloria Kalil termina a noite dizendo que é totalmente a favor da vaidade levada no ponto certo, mas pede certo cuidado para não tornar-se uma coisa obsessiva.

Colcci

Colcci no American Idol



Parece que a Colcci anda agradando o pessoal do programa American Idol, sucesso de audiência nos Estados Unidos.

Pelo menos cinco dos participantes já usaram peças da marca.

Aqui no Brasil, a Colcci é popular entre o público jovem e tem exclusividade com a über-model Gisele Bündchen. Aliás, este ano a marca pula do line-up do Fashion Rio direto para o São Paulo Fashion Week.

Exposição "A Natureza das Coisas"

Depois de iniciar a reorganização de seu acervo, no ano passado, saindo da tradicional disposição em ordem cronológica para agrupar os trabalhos a partir de um eixo temático, com "A Arte do Mito", ainda em cartaz, agora o Museu de Arte de São Paulo (Masp) amplia um pouco mais tal projeto com "A Natureza das Coisas".

Rochedos em L'Estaque', de Paul Cézanne, presente na exposição 'A Natureza das Coisas
"Rochedos em L'Estaque", de Paul Cézanne, é visto na exposição "A Natureza das Coisas"

Com curadoria de Teixeira Coelho, Denis Bruza Molino e Eunice Sophia, "A Natureza das Coisas" potencializa melhor o acervo do museu ao partir de uma leitura mais precisa da coleção, ou seja, da constatação de que ela reúne uma grande quantidade de obras-primas que abordam a paisagem, um dos principais focos da mostra.

Afinal, sob esse gênero da pintura, o Masp possui trabalhos de Van Gogh, Frans Post, Cézanne, Max Ernst, Matisse, Monet e Guignard, só para citar alguns nomes da mostra. "A Natureza das Coisas" está dividida em oito blocos, o que busca apontar para certos aspectos recorrentes na arte, como "Paisagem e Humanismo", "Marinhas", "A Cidade", "Interiores" ou "Natureza-Morta".

Nesse último grupo, pode-se ver um raro trabalho de Van Gogh, "Natureza Morta com Prato, Vaso e Flores", ao lado do clássico "A Compoteira de Pêras", de Fernand Léger.

Há muitos bons momentos na exposição, e entre eles está a inclusão de trabalhos do argentino León Ferrari, que recentemente ganhou o Leão de Ouro da Bienal de Veneza, e possui grande vínculo com o Masp, da época em que viveu em São Paulo, uma justa homenagem.

Outra vantagem da mostra está na própria subversão da ordem cronológica ou por escolas. Em geral, "Rochedos em L'Estaque", de Paul Cézanne (1839-1906), por exemplo, estava exposto junto aos pintores da chamada Escola de Paris.

Na nova disposição, "Rochedos" está próximo de uma paisagem brasileira do século 17 de Frans Post e de outra incrível obra de William Turner, "O Castelo de Carnevon", de 1830, o que faz com que os estilos muito distintos de cada artista ressalte ainda mais a importância de Cézanne, considerado afinal o pai do modernismo.

A Natureza das Coisas
Quando: de ter. a dom., das 11h às 18h; qui., das 11h às 20h; em cartaz por tempo indeterminado
Onde: Masp (av. Paulista, 1.578, São Paulo; tel. 0/xx/11/3251-5644)
Quanto: R$ 15

Exposição

Mostra expõe genes japoneses presentes no dia-a-dia brasileiro



Evidenciar as influências do Japão que passaram a permear o cotidiano brasileiro nos cem anos de imigração é o objetivo da exposição "O Japão em Cada Um de Nós" que começa quarta-feira (21) na sede do Banco Real, na avenida Paulista (centro de São Paulo).

Para os descendentes, o espaço mais interessante é o do "Portal da Memória", projeto que catalogou e traduziu as fichas de chegada dos imigrantes japoneses ao Brasil. Quase todos os nomes estão lá, em letras românicas --nome, sobrenome, navio, data de saída do Japão e data de chegada ao Brasil. Há alguns, porém, que permanecem em ideogramas.

Mas a exposição também guarda surpresas para os não-descendentes. No setor que trata da agricultura estão culturas trazidas do outro lado do mundo: caqui, ponkan e pimenta do reino; na parte relacionada ao comércio, a inegável semelhança entre as sandálias Havaianas e as sandálias japonesas modelo zôri.

Explorar as gavetas dedicadas às publicações é outra boa surpresa. Uma delas revela um som de cavaquinho que se confunde com um koto e uma gravação da conhecida professora de caligrafia Hisae Sagara que, em voz mansa, recita um haicai do escritor Nempuku Sato, o primeiro a trazer a arte para o Brasil.

Com recursos interativos, a exposição traz depoimentos de nikkeis influentes na arquitetura, na biologia molecular, na mecatrônica, na termo-luminescência, nos transplantes de córnea. Traz ainda nikkeis importantes para os esportes como o mestre de judô Massao Shinohara; o mesa-tenista Hugo Hoyama e o primeiro profissional de sumô do Brasil, Luis Go Ikemori.

Há homenagens ainda àqueles que não foram medalhistas, mas fizeram muito pela história dos japoneses no Brasil. São fotógrafos, tintureiros, cabeleireiros e costureiros que tiraram suas famílias da zona rural e as trouxeram para o convívio urbano.

"O mais importante da exposição é o compartilhamento. Da mesma forma que os imigrantes vieram compartilhar do que havia no Brasil, nós também compartilhamos deles. Foi, desde o começo, uma troca de costumes", destaca Célia Abe Oi, historiadora do Museu da Imigração Japonesa do Bunkyo (Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social) de São Paulo e curadora da exposição.

O também historiador Paulo Garcez também assina a curadoria da exposição.

Serviço
Quando: De segunda a sexta, das 9h às 19h e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. Até 18 de julho
Onde: Espaço de Exposições do Banco Real (avenida Paulista, 1.374 - Centro)
Quanto: Entrada gratuita

Moda

Hoje fui buscar a origem da palavra Moda.

Olha o que achei:


Moda é a tendência de consumo da atualidade. A moda é composta de diversos estilos que podem ter sido influenciados sob diversos aspectos. Acompanha o vestuário e o tempo, que se integra ao simples uso das roupas no dia-a-dia. É uma forma passageira e facilmente mutável de se comportar e sobretudo de se vestir ou pentear.

Para criar estilo, os figurinistas utilizaram-se de cinco elementos básicos: a cor, a silhueta, o caimento, a textura e a harmonia.

A moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes - em um determinado momento. Já o estilismo e o design são elementos integrantes do conceito moda, cada qual com os seus papéis bem definidos.

A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico. Pode-se ver a moda naquilo que se escolhe de manhã para vestir, no look de um punk, de um skatista e de um pop star, nas passarelas do mundo, nas revistas e até mesmo no fato que veste um político ou no vestido das avós.



A moda é sempre tida como efêmera, mas na verdade
as coisas boas da moda perduram por anos e anos...
Vai entender.. =)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Exposição

Ontem fui ao cinema,
(postagem que será incluida logo mais) no shopping Taboão.
- ok, ok, é meio longe, mas o cinema é barato!-


Logo na entrada vi um cartaz enorme
avisando sobre uma exposição que estava acontecendo ali dentro.


* EXPOSIÇÃO ANOS 80 *


http://www.shoppingtaboao.com.br/novidades/novidade.asp?codmateria=27

Achei bacana e resolvi visitar.
Fica na praça principal do shopping, em meio a lojas.
Mesmo quem não tem a intensão de ir xeretar, acaba se rendendo.

Aposto que se minha estivesse lá, ia adorar!!!

Vi brinquedos antigos, que se já não ouvi falar, já vi,
pois minhas tias são jovens, minha mãe...

Década de 80 não foi tão distante assim de mim, herdei muitos brinquedos das
minahs tias, e a verdade é que me realizei vendo a exposição!

Vi um brinquedo que eu adorava por sinal,
era mais ou menos como um binóculo,
vc colocava um disquinho que tinha uma espécia de negativos,
e a cada clique, ele mostrava a imagem no olhos do binócolo,
grande e colorida...
Um espécia de cineminha privado...

Adorava!!! O meu era do Pato Donald inclusive.

=)


Vi também video-games antigos, que amigos tinham..

Com aquelas fitas enormes e quadradas....
Que a gente soprava antes, pra funcionar.
hahhaahahaha velhos e bons tempos!!!


Tempos em que pra passar de ano, eu precisar fazer só uns rabiscos
e minha professora achava que eu era uma gênia!

:)

Diversão

Ok, vou dar uma pausa em postagens sobre o meu estágio!


Dia 17 foi o dia da comemoração do meu aniversário
e acabei fazendo em um barzinho bem legal.


http://www.authentic405.com.br/home.html


A casa, que é frequentada principalmente por um público mais velho
( em torno dos 30 anos), é relativamente nova e pequena.

Toca-se principalmente músicas comerciais, e as pessoas são super bem vestidas.

Talvez pelo preço de entrada, um tanto quanto salgado..

Pois é, e em moda a gente vive dizendo que não precisa ter dinheiro pra ser bem vestido.

Precisa sim, com esse mundo cada vez mais capitalista?!!
Pff....


As melhores coisas, são as mais caras.

Raaaaaala menina, rala...




"Tchau! Vou trabalhar."

:D

Estágio

Para apresentar o lugar onde eu trabalho, nada melhor do que algumas fotos...

=)

Araras e mais araras....
Adoro!

Estágio

Sessão de fotos no trabalho.


Só pra vcs verem que eu trabalho mesmo...

Hahahahahah


Cheia de coisas na mesa, fazendo mais uma aprovação de strike-off...










O que é um strike-off???

Explico na próxima postagem!

Estágio

Trabalho e mais trabalho!!!! ¬¬

Quando não são os da faculdade, são os do estágio mesmo..
Ou as vezes, até os dois juntos.
(No estágio, conversando pelo msn sobre o INTER, por exemplo.)

Enfim....

Outro dia peguei um trabalho legal.
Projeto de strike-off, que significa isso oh:

O cliente vê um tecido estampado, vindo de outro país (no caso a China)
e gosta, mas pretende adequar as cores do tecido com os da tendência.
Por exemplo, ele resolve mudar o fundo.

- O tecido era de flores amarelas com fundo cinza e o dono da marca
resolveu trocar o fundo cinza, por roxo, por exemplo.
O projeto é dado quando o cliente manda para nós, o tecido original,
e cópias coloridas, em papel mesmo, editadas com as cores como ele gostaria.

-Por exemplo, as flores amarelas com o tal fundo roxo + o número de pantone da cor roxa.

O tal strike-off deixa de ser um projeto quando chega no escritório, amostras
com o tecido já modificado nas cores escolhidas pelo cliente, para uma aprovação.
Estando corretas as cores e aprovado, o container é liberado e o tecido, bom...
Posso garantir que ficam lindos!



O projeto de strike-off vcs podem conferir aqui:








ORIGINAL









COLORWAY A











COLORWAY B








Anotem então: strike-off.
Palavra nova, pelo menos no meu, vocabulário.







Porisso eu digo:

Vivendo e aprendendo...


quarta-feira, 7 de maio de 2008

Estágio

Com tanto trabalho de faculdade, INTER, e estágio, tá sobrando muito pouco tempo pra postar e contar o que ando aprontando, mas hoje aconteceu algo legal lá no trabalho.

- Antes de mais nada, tenho que dizer onde e no que trabalho né?
Ok, em uma Representante Têxtil, com principal ênfase em tecidos chineses.
Faço pesquisa de tendência, controle de qualidade das amostras de embarque, aceitação do mercado, consulto preços com os fornecedores..

Bastante coisa legal, ando aprendendo bastante.
Mas enfim, hoje chegaram uns tecidos da Têxtil Suiça lá, (inclusive descobri que eles tem loja na 25 de Março) e eram alguns tecidos que eles tinham de uma fábrica da China, mas que queriam mudar as cores da estamparia.
No fim, quando abri o pacote, vi que tinham vestidos e blusas de onde?

ZARA. Não daqui do Brasil, claro..
Provavelmente da China, ou até do Canadá, pq na etiqueta tinha escrito:
ZARA woman collection;


Achei bacana demais, pq isso quer dizer que indiretamente,
trabalhamos com a ZARA.

Afirmei com essa certeza toda de que não era da ZARA do Brasil não só pro conta da etiqueta no produto, mas pela modelagem.
Cheguei até a experimentar.

Eram Yorue Chiffons, coloridíssimos, estampados e alguns com trabalho em paetês na gola,
na bainha..
Até aqui, nada de muito diferente, pq temos bastante coisas desse tipo no nosso país. Mas quando vi que o vestido não tinha forma nenhuma, era larguinho, pra mulher sem curva nenhuma, tive absoluta certeza de que aquilo não era mesmo pra nós, cuvilíneas brasileiras.

De qualquer forma, para uma magrela, diria que cairia suuuuuper bem.
Eram bonitos, confesso, e fiquei com uma vontade momentânea de cair bem em pelo menos um deles...


=)